Regar à mangueira ao fim do dia, quando há tempo e quando não nos esquecemos. Pedir ao vizinho que passe lá durante as férias. Voltar e encontrar o relvado com...
Eletroválvulas e programadores de rega: automat...
Regar à mangueira ao fim do dia, quando há tempo e quando não nos esquecemos. Pedir ao vizinho que passe lá durante as férias. Voltar e encontrar o relvado com...
Automatizar a rega resolve isto com duas peças simples: a eletroválvula, que abre e fecha a água, e o programador, que decide quando. Não é preciso obra, nem projeto, nem sequer eletricidade no jardim.
Resposta rápida: o que é preciso?
Uma eletroválvula por cada zona do jardim, instalada junto ao ponto de água.
Um programador que a comande. A pilhas de 9 V se não houver corrente no jardim, ligado à rede se houver.
Um sensor de chuva, opcional, para não regar em dias de chuva.
Um jardim pequeno resolve-se com um conjunto de programador e válvula. A partir daí, cresce por zonas, uma válvula de cada vez.
O que faz cada peça
A eletroválvula: a torneira que obedece
Uma eletroválvula é uma válvula que abre e fecha por comando elétrico em vez de manualmente. Fica permanentemente instalada na tubagem, dentro de uma caixa enterrada, e não pede manutenção regular.
Quem faz o trabalho é o solenóide, a peça cilíndrica no topo da válvula. Recebe o sinal do programador e é isso que abre a passagem de água.
A eletroválvula DV cobre a generalidade dos jardins domésticos. Existe em 3/4" e 1" a 24 V, para quem tem corrente disponível, e em 1" com solenóide de 9 V já incluído, para programadores a pilhas. Para instalações maiores ou com mais caudal, a eletroválvula PGA da Rain Bird tem construção mais robusta.
O programador: o cérebro
O programador de rega guarda os horários e envia o sinal às válvulas. É aqui que se define a que horas arranca a rega, quantos minutos dura e em que dias da semana. Depois de configurado, não se volta a mexer durante meses.
Para quem não tem eletricidade no jardim, que é a situação mais comum, o conjunto WP1 com eletroválvula de 9 V da Rain Bird resolve tudo de uma vez. Funciona com uma pilha alcalina de 9 V e é IP68, ou seja, completamente estanque: pode ficar dentro da caixa de válvulas mesmo que esta encha de água. Permite até 8 arranques por dia e tempos de rega de 1 minuto a 12 horas.
O sensor de chuva: o acessório que se paga sozinho
Um programador sem sensor rega na mesma no dia em que está a chover. É irritante de ver e é dinheiro a escorrer pelo passeio.
Um sensor de chuva RS-BEx interrompe o ciclo quando deteta precipitação e liberta a rega quando seca. Liga diretamente à maioria dos programadores, incluindo os autónomos a pilhas. Entre as chuvas de primavera e as trovoadas de fim de verão, são muitas regas evitadas por ano.
Como se liga tudo
A ordem é sempre a mesma, seja o jardim grande ou pequeno:
Do ponto de água à planta
Ponto de água: torneira exterior, furo ou depósito.
Proteção contra o retorno de água, quando a origem é a rede pública.
Filtro, sempre que houver gota a gota a seguir.
Eletroválvula, uma por zona, em caixa enterrada.
Tubagem até à zona a regar.
Emissores: aspersores, pulverizadores ou gotejadores.
O programador fica fora deste percurso. Não passa água por ele, liga-se apenas ao solenóide de cada válvula por cabo. Na prática, é a única parte elétrica de toda a instalação.
Sobre o ponto 2: o regulamento nacional das redes prediais exige que o abastecimento seja feito sem risco de contaminação da água potável. Como os emissores de rega ficam em contacto com solo e adubos, é preciso prever proteção contra o retorno. Confirme a solução exigida com a entidade gestora do seu município.
Dividir o jardim em zonas
Uma zona é um grupo de emissores comandado pela mesma eletroválvula. As zonas regam umas a seguir às outras, nunca ao mesmo tempo, e é por isso que dividir resolve os problemas de pressão sem obrigar a mexer na canalização.
A regra é simples: na mesma zona só entram plantas com necessidades parecidas e emissores do mesmo tipo. Nunca misture gota a gota com aspersão na mesma válvula, porque os débitos são completamente diferentes e uma das partes vai ficar sempre mal servida.
Zona
Emissor adequado
Frequência típica no verão
Relvado
Aspersores ou pulverizadores
2 a 3 vezes por semana, regas longas
Canteiros e sebes
Gota a gota
2 a 3 vezes por semana
Horta
Gota a gota
Diária ou dia sim, dia não
Vasos e floreiras
Gota a gota com microtubo
Diária, ciclos curtos
Um sinal claro de que uma zona está sobrecarregada: os aspersores mal rodam ou o jato fica fraco. Nesse caso não é preciso aumentar a pressão, é preciso repartir os emissores por duas válvulas.
Onde se poupa mesmo a água
A poupança vem de dois lados que se somam.
O primeiro é o método. No gota a gota a água vai diretamente à raiz e o aproveitamento anda na ordem dos 90%. Na aspersão fica-se por cerca de 70% a 75%, porque há perdas por evaporação e por vento. Sempre que a planta permitir, gota a gota. Um gotejador autocompensante de 4 L/h mantém o mesmo débito do princípio ao fim da linha, mesmo com desnível no terreno.
O segundo é a hora. Regar de madrugada, entre as 4h e as 7h, evita a maior parte da evaporação, aproveita a pressão mais estável da rede e deixa a folhagem secar com o nascer do sol, o que reduz doenças por fungos. É a melhor altura para regar e é a altura em que ninguém está disposto a fazê-lo à mão.
Uma nota sobre relvado: menos regas e mais longas é melhor do que muitas regas curtas. Cinco minutos por dia molham dois centímetros de solo e criam relva de raiz superficial, que amarelece ao primeiro dia de calor. Regas mais demoradas obrigam a raiz a descer.
Com ou sem eletricidade no jardim
É a primeira decisão a tomar e a mais fácil de todas.
Programador a pilhas (9 V)
Programador com corrente (24 V)
Precisa de eletricidade
Não
Sim
Onde se instala
Na própria caixa de válvulas
Garagem, arrecadação ou parede protegida
Melhor para
Jardins pequenos e médios
Instalações com muitas zonas
Manutenção
Trocar a pilha uma vez por ano
Praticamente nenhuma
Regra prática: se levar corrente até ao jardim implicar obra, vá de pilhas. A diferença de fiabilidade hoje é pequena e evita um trabalho caro.
Misturar gota a gota e aspersão na mesma válvula. Uma parte fica encharcada, a outra fica seca.
Instalar gota a gota sem filtro. As passagens são muito finas e entopem, sobretudo com água de furo. Um filtro de cartucho é barato e evita o problema mais chato de todos.
Enterrar as válvulas sem caixa. Poupa meia hora na instalação e custa meio dia na primeira avaria.
Programar e nunca mais lá voltar. As necessidades de água em abril não são as de agosto. Reveja os tempos duas ou três vezes por ano.
Deixar as ligações elétricas mal isoladas. Use conectores estanques. Uma emenda dentro de uma caixa que enche de água é a causa mais frequente de zonas que "deixaram de funcionar sozinhas".
O que está no site é só uma parte do que temos em armazém.
Programadores de torneira, programadores de várias estações, caixas de válvulas e muito mais não estão publicados na loja online. Diga-nos o tamanho do jardim e o que pretende regar, e ajudamos a definir as zonas e o material necessário.
Qual é a diferença entre eletroválvula e programador?
A eletroválvula abre e fecha a passagem de água. O programador é o comando que lhe diz quando o fazer. São peças distintas e complementares: sem válvula não há rega automática, sem programador não há automatismo.
Preciso de eletricidade no jardim?
Não. Um programador autónomo a pilhas de 9 V, com uma eletroválvula de solenóide de impulsos, funciona sem qualquer ligação à rede elétrica e pode ficar dentro da caixa de válvulas.
Quanto tempo dura a pilha?
Com uma pilha alcalina de 9 V de boa qualidade, tipicamente uma época de rega. Convém trocá-la todos os anos no início da primavera, mesmo que ainda pareça boa.
Quantas eletroválvulas preciso?
Uma por zona. As zonas definem-se pelo tipo de plantação e pelo tipo de emissor, não pela área. Um jardim com relvado, sebe e vasos precisa normalmente de três.
Posso ligar a rega a um furo ou a um depósito?
Sim, é muito comum. Nesse caso o filtro deixa de ser opcional e é preciso confirmar que a bomba dá pressão suficiente para os emissores escolhidos.
E no inverno?
Na maior parte do país o risco de gelo é baixo. Em zonas de interior com temperaturas negativas, drene as linhas expostas e retire a pilha do programador se este ficar meses sem uso.
Em resumo
Automatizar a rega não é um projeto complicado. É pôr uma eletroválvula em cada zona do jardim e um programador a comandá-las, com um sensor de chuva a evitar o desperdício óbvio. Ganha-se o tempo que se passava com a mangueira e poupa-se a água que se perdia a regar à hora errada.
Comece pela zona que mais lhe custa manter e cresça a partir daí. Veja a gama de rega e jardim da Momel, com eletroválvulas, programadores, solenóides, sensores, aspersores, gotejadores e tubagem. E lembre-se: se não encontrar o artigo que procura no site, temos muito mais em loja.
Luz quente ou fria? Quantos lúmens são precisos numa sala? E o que muda na cozinha ou na casa de banho? Neste guia explicamos, divisão a divisão, que temperatura de...
Como escolher a iluminação ideal para cada divi...
Luz quente ou fria? Quantos lúmens são precisos numa sala? E o que muda na cozinha ou na casa de banho? Neste guia explicamos, divisão a divisão, que temperatura de...
O problema raramente está na lâmpada. Está na escolha errada de luz para aquela divisão em concreto. Neste guia mostramos, divisão a divisão, que temperatura de cor, quantos lúmens e que tipo de armadura escolher.
Resposta rápida: como escolher a iluminação certa para cada divisão?
As zonas de descanso pedem luz quente e difusa. As zonas de trabalho pedem luz neutra e dirigida.
Sala e quartos: 2700 K a 3000 K, intensidade moderada e regulável.
Cozinha, casa de banho e escritório: 4000 K, com reforço nas zonas de trabalho.
Garagem, arrecadação e exterior: 4000 K a 6500 K, com grau de proteção adequado à humidade.
Os 4 critérios que definem uma boa iluminação
1. Temperatura de cor (K): a tonalidade da luz
A temperatura de cor mede-se em Kelvin e define se a luz é amarelada ou azulada. Não tem nada a ver com o calor da lâmpada.
Temperatura
Tipo de luz
Onde funciona melhor
2700 K
Branco quente, muito acolhedor
Sala, quartos, zonas de leitura
3000 K
Branco quente
Sala de jantar, corredores, casa de banho
4000 K
Branco neutro
Cozinha, escritório, zonas de trabalho
5000 K a 6500 K
Branco frio
Garagem, arrecadação, oficina, exterior
Dentro da mesma divisão, use sempre a mesma temperatura de cor. Misturar 3000 K com 4000 K no mesmo teto nota-se de imediato.
2. Lúmens (lm): a quantidade de luz
Os lúmens indicam a luz produzida. Os watts indicam apenas o consumo e, com LED, deixaram de servir como referência de brilho. Uma antiga lâmpada de 60 W equivale a cerca de 800 lm.
Para saber de quanto precisa, multiplique a área da divisão pelos lúmens recomendados por metro quadrado: 100 a 200 lm/m² em salas e quartos, 200 a 300 lm/m² em cozinhas e casas de banho, 300 a 500 lm/m² em bancadas e secretárias.
3. IRC: a fidelidade das cores
O Índice de Restituição de Cor (IRC) mede, numa escala até 100, o rigor com que a luz mostra as cores reais. Procure IRC de 80 ou mais em toda a casa e 90 ou mais na cozinha, na casa de banho e junto ao espelho.
4. Grau de proteção IP: onde há água e pó
IP20: interior seco (sala, quarto, corredor).
IP44: resistente a salpicos. Casa de banho, varandas cobertas, lavandaria.
IP65 ou superior: jatos de água e pó. Exterior desprotegido, garagem, fachadas.
Nas casas de banho, a exigência aumenta consoante a proximidade da banheira ou do duche. Em caso de dúvida, confirme com um eletricista, uma vez que estas instalações estão sujeitas a regras técnicas próprias.
As três camadas de luz
Um único ponto de luz ao centro do teto é o erro mais frequente nas casas portuguesas. Uma divisão bem iluminada combina três camadas:
Luz geral: ilumina o espaço de forma uniforme. Plafons, armaduras ou focos embutidos.
Luz funcional: dirigida ao sítio onde se faz alguma coisa. Bancada, secretária, espelho, cabeceira.
Luz decorativa: valoriza um nicho, um quadro ou uma estante. Muitas vezes basta uma fita LED e o respetivo transformador.
Se só puder avançar com duas, escolha a geral e a funcional.
Iluminação divisão a divisão
Sala de estar
É a divisão mais exigente, porque acumula funções. A solução passa por vários pontos de luz independentes, entre 2700 K e 3000 K, e não por um único candeeiro central.
Um plafonier circular LED resolve a camada geral, e os aros orientáveis permitem dirigir a luz para paredes ou quadros sem encandear quem está sentado. Se vir televisão com frequência, evite focos apontados ao ecrã.
Cozinha
Aqui manipulam-se facas, alimentos e superfícies quentes, por isso a luz funcional não é opcional. Use 4000 K e IRC alto para ver as cores reais dos alimentos.
O quarto pede o contrário da cozinha. 2700 K, luz indireta e regulável, entre 100 e 150 lm/m². À noite, a luz fria dificulta o adormecer.
Um aplique de parede junto à cabeceira, com comando independente de cada lado da cama, liberta a mesa de cabeceira e permite ler sem acordar quem está ao lado.
Quarto de criança
Três necessidades na mesma divisão: brincar, estudar e dormir. Geral em 3000 K sem zonas escuras no chão, foco próprio em 4000 K sobre a secretária e uma luz de presença fraca para a noite. Dê preferência a armaduras fechadas.
Casa de banho
Use 3000 K a 4000 K com IRC alto e IP44 no mínimo nas zonas próximas de água.
O erro mais comum é um único foco no teto por cima do espelho, que cria sombras marcadas por baixo dos olhos e do queixo. A solução é iluminar o rosto de frente ou pelos lados, com apliques verticais ou uma barra à altura dos olhos. Para a camada geral, um plafonier circular LED distribui a luz de forma uniforme.
Corredores e escadas
São zonas de passagem, mas também as que mais acidentes provocam quando ficam mal iluminadas. Use 3000 K, igual às divisões contíguas, sem zonas escuras entre pontos de luz.
Nas escadas, ilumine os degraus e não o teto. Um detetor de movimento ou um temporizador evitam luzes esquecidas acesas a noite inteira.
Escritório e zona de trabalho
Se trabalha a partir de casa, esta é a divisão onde a iluminação tem efeito direto no cansaço ao fim do dia. 4000 K e 300 a 500 lm/m² sobre a secretária, com luz lateral e nunca por trás do ecrã. A luz de tarefa deve vir do lado oposto à mão com que escreve, para não projetar sombra sobre o papel.
Garagem, arrecadação e lavandaria
Aqui interessa luz abundante, uniforme e resistente, entre 4000 K e 6500 K, com proteção IP adequada ao pó e à humidade.
As armaduras estanques com lâmpada LED são a escolha habitual, porque cobrem áreas grandes com custo baixo por metro quadrado iluminado. Em oficinas, as lâmpadas T8 continuam a ser eficazes em armaduras tipo régua.
Exterior: entrada, varanda e jardim
No exterior somam-se três objetivos: segurança, orientação e ambiente. Na entrada, luz suficiente para ver a fechadura e os degraus, com deteção de movimento. Nos caminhos, pontos baixos e discretos a 3000 K. Nas fachadas, projetores orientados para baixo, para reduzir a poluição luminosa.
Um único ponto de luz por divisão. Cria sombras e obriga a subir a potência muito acima do necessário.
Comprar por watts em vez de lúmens. Com LED, os watts só dizem quanto se gasta.
Misturar temperaturas de cor no mesmo espaço. Nota-se sempre.
Ignorar o grau IP na casa de banho e no exterior. Além de encurtar a vida do aparelho, é um risco elétrico.
Deixar os interruptores para o fim da obra. A posição dos comandos deve ser definida ao mesmo tempo que as camadas de luz.
Vale a pena mudar tudo para LED?
Na maioria dos casos, sim. Uma lâmpada LED consome uma fração da energia de uma incandescente para o mesmo fluxo luminoso e dura bastante mais tempo. O retorno é mais rápido nas divisões com mais horas de utilização diária: cozinha, sala e exterior. Comece por aí, com lâmpadas LED E27 ou lâmpadas LED equivalentes ao casquilho existente.
O que está no site é só uma parte do que temos em armazém.
Há muito mais por descobrir! Nem todos os artigos de eletricidade estão publicados na loja online. Diga-nos o que procura e confirmamos disponibilidade.
Qual é a melhor temperatura de cor para a casa toda?
Não há uma única resposta. Como regra, 2700 K a 3000 K nas zonas de estar e descanso e 4000 K nas zonas de trabalho, mantendo coerência dentro de cada divisão.
Quantos lúmens preciso para uma sala de 20 m²?
Entre 2000 e 4000 lm no total, distribuídos por vários pontos de luz. Um único candeeiro com esse valor iluminaria mal e encandeava.
Posso instalar qualquer candeeiro na casa de banho?
Não. As zonas próximas da banheira e do duche exigem graus de proteção IP específicos. Verifique a indicação do fabricante e, em caso de dúvida, fale com um eletricista.
Luz quente ou fria na cozinha?
Neutra, à volta dos 4000 K. A luz demasiado quente distorce a cor dos alimentos e a demasiado fria torna o espaço pouco acolhedor.
Vale a pena pôr regulação de intensidade?
Na sala e nos quartos, sim. Confirme apenas que as lâmpadas e o respetivo equipamento de alimentação são compatíveis com variador de intensidade.
Em resumo
Escolher bem a iluminação não é gastar mais dinheiro. É ajustar a tonalidade, a quantidade de luz e o tipo de armadura à função de cada divisão e distribuir a luz por camadas, em vez de a concentrar num só ponto.
Comece pelas divisões onde passa mais tempo e veja a gama de eletricidade e iluminação da Momel, com lâmpadas LED, plafons, armaduras, apliques, fitas LED e projetores. E lembre-se: se não encontrar o artigo que procura no site, temos muito mais em loja.
Preparou a piscina para um dia de calor, retirou a cobertura e, em vez de uma água cristalina, encontrou uma piscina completamente verde? Este é um dos problemas mais frequentes...
Porque é que a água da piscina fica verde? Desc...
Preparou a piscina para um dia de calor, retirou a cobertura e, em vez de uma água cristalina, encontrou uma piscina completamente verde? Este é um dos problemas mais frequentes...
Depois de meses à espera dos primeiros mergulhos de verão, abrir a piscina e encontrar uma água com uma tonalidade esverdeada pode ser frustrante. Este é um dos problemas mais frequentes na manutenção de piscinas, especialmente durante os meses mais quentes.
A boa notícia é que, na maioria das situações, uma piscina com água verde pode ser recuperada sem necessidade de substituir toda a água. O primeiro passo é perceber a origem do problema para aplicar o tratamento adequado, e ter os produtos certos à mão facilita todo o processo.
Resposta rápida: porque é que a água da piscina fica verde?
Na maioria dos casos, a água da piscina fica verde devido ao desenvolvimento de algas, provocado por um desequilíbrio dos parâmetros da água, níveis insuficientes de desinfetante, filtração inadequada ou acumulação de matéria orgânica.
No entanto, nem toda a água verde tem a mesma origem. Em algumas situações menos frequentes, a alteração da cor pode estar relacionada com a presença de metais dissolvidos, como cobre ou ferro.
Identificar corretamente a causa é essencial para escolher o tratamento mais adequado.
Como identificar a causa da água verde da piscina?
Antes de adicionar produtos, observe o aspeto da água. Alguns sinais podem ajudar a perceber o que está a acontecer:
Aspeto da água
Causa provável
Verde e turva
Desenvolvimento de algas
Verde mas transparente
Possível presença de metais dissolvidos
Verde após vários dias de calor
Consumo rápido do desinfetante
Verde depois de chuva intensa
Alteração do equilíbrio químico e entrada de matéria orgânica
Verde com folhas ou resíduos visíveis
Acumulação de matéria orgânica
7 causas mais comuns para a água da piscina ficar verde
1. Crescimento de algas devido a falta de desinfetante
As algas são uma das principais responsáveis pela água verde da piscina.
O cloro e outros produtos desinfetantes têm como objetivo eliminar microrganismos presentes na água. Quando os níveis de desinfetante não são suficientes, as algas encontram condições favoráveis para se multiplicarem.
Durante períodos de maior utilização da piscina ou temperaturas elevadas, o consumo destes produtos pode aumentar significativamente.
Como prevenir:
Verificar regularmente os níveis de desinfetante.
Reforçar a monitorização durante ondas de calor.
Seguir sempre as recomendações do fabricante dos produtos utilizados.
Para manter o desinfetante sempre em níveis adequados, produtos como o CTX-300 Tricloro Pó ou as pastilhas multiação CTX-393 Triplex Multiaction, disponíveis na gama de piscinas da Momel, ajudam a garantir uma desinfeção contínua e eficaz da água.
2. pH desequilibrado
O equilíbrio químico da água é fundamental para garantir que os produtos de tratamento funcionam corretamente.
Segundo a Pool & Hot Tub Alliance (PHTA), o pH recomendado para piscinas situa-se normalmente entre 7,2 e 7,8. Fora deste intervalo, a eficácia do cloro pode ficar comprometida.
Ou seja, uma piscina pode ter desinfetante na água, mas este pode não estar a atuar da forma esperada se o pH estiver desajustado.
Como prevenir:
Medir o pH regularmente.
Corrigir os valores sempre que necessário.
Não adicionar produtos de tratamento sem primeiro avaliar o estado da água.
Se o pH estiver alto, o CTX-20 Incrementador pH Sólido e os reguladores de pH equivalentes da Momel permitem corrigir rapidamente este desequilíbrio, preparando a água para que o desinfetante atue com máxima eficácia.
3. Filtração insuficiente ou problemas no sistema de circulação
A filtração tem um papel essencial na qualidade da água. O filtro remove partículas em suspensão e ajuda a impedir a acumulação de impurezas.
Quando o sistema de filtração não funciona corretamente, a água pode perder transparência e criar condições favoráveis ao aparecimento de algas.
Alguns sinais de alerta:
água constantemente turva;
resíduos acumulados no fundo;
pouca circulação da água;
filtro com necessidade de limpeza ou manutenção.
Na secção de Filtros e equipamentos de filtração da Momel encontra soluções para garantir que o sistema de circulação da sua piscina funciona sempre nas condições ideais.
4. Acumulação de matéria orgânica
Folhas, pólen, insetos, protetor solar e outros resíduos introduzem matéria orgânica na piscina.
Estes elementos podem servir de alimento para algas e aumentar o consumo de desinfetante.
Alguns cuidados simples ajudam a prevenir este problema:
retirar folhas e resíduos da superfície;
limpar regularmente o fundo da piscina;
manter os skimmers e filtros em boas condições.
Os aspiradores e robôs de piscina disponíveis na Momel simplificam esta tarefa, recolhendo folhas e resíduos do fundo e das paredes sem esforço.
5. Temperaturas elevadas
O calor é um dos maiores desafios para a manutenção da piscina.
Durante períodos de temperaturas elevadas, a água mais quente favorece o desenvolvimento de algas e aumenta o consumo dos produtos de tratamento.
É precisamente nestas alturas que a manutenção deve ser mais regular.
Dica: em semanas de muito calor, não espere que a água fique com alterações visíveis para verificar os parâmetros.
6. Chuva intensa
A chuva pode alterar o equilíbrio da água da piscina.
Além de diluir alguns produtos presentes na água, pode transportar poeiras, folhas e outros contaminantes que contribuem para a degradação da qualidade da água.
Depois de períodos de chuva intensa, é aconselhável verificar novamente os principais parâmetros da piscina.
7. Presença de metais dissolvidos na água
Embora seja uma situação menos comum, a água verde também pode estar relacionada com a presença de metais dissolvidos, como ferro ou cobre.
Quando estes metais oxidam, podem alterar a cor da água, especialmente após a utilização de determinados produtos de tratamento.
Uma pista importante: nestas situações, a água pode apresentar uma tonalidade esverdeada mas permanecer relativamente transparente.
Como limpar a água verde da piscina? Passo a passo
Se a sua piscina ficou verde, evite adicionar produtos aleatoriamente. O tratamento deve começar pela identificação do problema.
Passo 1: Remova folhas e resíduos
Retire todos os elementos visíveis da água, incluindo folhas, insetos ou outros resíduos acumulados. Um aspirador de piscina da gama Momel ajuda a acelerar esta etapa.
Passo 2: Analise os parâmetros da água
Antes de corrigir o problema, é importante avaliar o estado da água, nomeadamente o pH e os níveis de desinfetante.
Passo 3: Corrija o pH
Caso os valores estejam fora do intervalo recomendado, faça primeiro a correção necessária com um regulador de pH adequado, como o CTX-20 Incrementador pH Sólido.
Um pH equilibrado permite que os produtos de desinfeção atuem de forma mais eficaz.
Passo 4: Faça o tratamento adequado
Dependendo da causa, poderá ser necessário reforçar a desinfeção com CTX-300 Tricloro Pó ou CTX-393 Triplex Multiaction, ou recorrer a um produto específico como o CTX-500 Antialgas para combater algas e recuperar a transparência da água.
Passo 5: Escove paredes e fundo
As algas podem aderir às superfícies da piscina. A escovagem ajuda a desprender esses resíduos e facilita a ação do sistema de filtração.
Passo 6: Garanta uma boa filtração
Mantenha o sistema de filtração em funcionamento durante o período necessário para recuperar a qualidade da água.
Que produtos ajudam a recuperar uma piscina com água verde?
O tratamento correto depende sempre da origem do problema.
Dependendo da situação, podem ser necessários diferentes tipos de soluções:
Reguladores de pH, como o CTX-20 Incrementador pH Sólido, para corrigir o equilíbrio químico da água;
Produtos desinfetantes, como o CTX-300 Tricloro Pó ou o CTX-393 Triplex Multiaction, para eliminar microrganismos;
Produtos antialgas, como o CTX-500 Antialgas, para combater ou prevenir o desenvolvimento de algas;
Clarificantes, quando é necessário melhorar a transparência da água;
Equipamentos de filtração e acessórios de manutenção, para garantir uma circulação eficiente.
Na gama de piscinas da Momel encontra soluções para diferentes necessidades de manutenção, desde produtos de tratamento de água a equipamentos e acessórios que ajudam a manter a piscina limpa e preparada durante toda a época balnear.
Como evitar que a água da piscina volte a ficar verde?
A prevenção é a melhor forma de evitar tratamentos mais demorados.
Uma rotina simples de manutenção pode fazer a diferença:
verificar regularmente o pH;
controlar os níveis de desinfetante;
limpar resíduos da superfície;
garantir o bom funcionamento da filtração;
acompanhar a qualidade da água após períodos de calor intenso ou chuva.
Pequenas verificações frequentes ajudam a manter uma piscina equilibrada e reduzem a probabilidade de problemas durante o verão. Ter à mão os produtos de tratamento certos e um bom sistema de filtração ou aspiração, como os disponíveis na Momel, torna esta rotina ainda mais simples.
Perguntas frequentes
É preciso esvaziar a piscina quando a água fica verde?
Na maioria das situações, não. Uma piscina com água verde pode geralmente ser recuperada através de um tratamento adequado e de uma boa filtração.
A água verde significa sempre falta de cloro?
Não. A falta de desinfetante é uma das causas mais comuns, mas o problema também pode estar relacionado com pH desequilibrado, filtração insuficiente, matéria orgânica ou metais dissolvidos.
Quanto tempo demora a recuperar uma piscina verde?
Depende da causa e do estado da água. Problemas ligeiros podem resolver-se em poucos dias, enquanto situações mais avançadas podem exigir mais tempo e várias etapas de tratamento.
Em resumo
Uma piscina com água verde nem sempre significa um problema difícil de resolver. Na maioria dos casos, a origem está relacionada com um desequilíbrio da água, crescimento de algas, falhas na filtração ou acumulação de resíduos.
O segredo está em identificar corretamente a causa, corrigir os parâmetros da água e manter uma rotina regular de manutenção.
Com pequenos cuidados ao longo da época balnear, e com o apoio dos produtos de tratamento e equipamentos de piscina da Momel, é possível evitar a maioria destes episódios e aproveitar uma piscina limpa, transparente e preparada para os dias de calor.
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"Ah, mas ligar o ar condicionado gasta muita luz!" – ouvimos nós. É aqui que entra a magia dos painéis solares. Já que o sol está a castigar, vamos usá-lo a nosso favor! Com as nossas soluções de energia fotovoltaica, pode manter o AC ligado sem culpa. Basicamente, é o sol a pagar-lhe para você estar fresco. Um verdadeiro "xeque-mate" ao calor e à fatura da eletricidade.
3. Piscinas: O seu oásis privado 🏊♂️
Se tem a sorte de ter uma piscina, sabe que ela é o centro das atenções nesta altura do ano. Mas água verde e turva não combina com mergulhos de verão. Com a nossa gama de produtos CTX (desde o cloro ao antialgas), garantimos que a sua piscina fica tão cristalina que até os vizinhos vão querer saltar o muro.Atenção: Não nos responsabilizamos por visitas inesperadas de familiares que "por acaso" passavam por lá com a toalha na mão.
4. Rega Inteligente: Dar de beber ao jardim, gota a gota 🌱💧
Com a seca a ser um tema sério no nosso país, cada gota conta. O seu jardim precisa de água, mas não precisa de um dilúvio. Os nossos sistemas de rega gota a gota são a solução perfeita para manter as suas plantas felizes e verdejantes, utilizando apenas a água estritamente necessária. Sustentável, eficiente e amigo do ambiente.
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