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VMC de fluxo simples vs. fluxo duplo: arejar a ...
Abrir as janelas de par em par no inverno resolve a humidade e deita fora o calor que pagou para produzir. Fechar tudo mantém o calor e traz condensação nos...
VMC de fluxo simples vs. fluxo duplo: arejar a ...
Abrir as janelas de par em par no inverno resolve a humidade e deita fora o calor que pagou para produzir. Fechar tudo mantém o calor e traz condensação nos...
Fluxo simples Fluxo duplo Movimento de ar Só extração motorizada Extração e insuflação motorizadas Entrada de ar novo Grelhas nas fachadas Por conduta, a partir da unidade Recuperação de calor Não Sim, por permutador térmico Filtragem do ar novo Não Sim Condutas Uma rede Duas redes Investimento Mais baixo Mais elevado Espaço técnico Reduzido Maior, para unidade e condutas O que decide na prática
A escolha raramente é uma questão de preferência. É de espaço e de fase de obra.
O fluxo duplo precisa de duas redes de condutas e de um local para a unidade, normalmente em teto falso, sótão ou zona técnica. Em obra nova ou remodelação profunda resolve-se em projeto; numa casa habitada, onde não se vão abrir tetos, é quase sempre inviável.
O fluxo simples exige uma rede de extração e grelhas nas fachadas. É bastante mais fácil de introduzir numa casa existente, sobretudo se já houver condutas de extração na cozinha e nas casas de banho.
Se a preocupação principal for humidade e bolor numa casa já construída, o fluxo simples higro-regulável resolve com muito menos obra. Se estiver a construir ou a remodelar de raiz, e o conforto térmico pesar tanto como a qualidade do ar, é a altura de considerar o fluxo duplo: depois não há segunda oportunidade.
VMC Basic
Unidade de extração para instalação em casa existente, com uma só rede de condutas.
Grelhas de insuflação
Para cada divisão servida. Manter limpas de pó é o que garante o caudal previsto.
Extrator Axial B
Extração pontual em casa de banho ou cozinha, onde não há sistema centralizado.
Manutenção
Um sistema de ventilação sujo ventila mal e consome mais. Os pontos a manter são poucos:
- Filtros, substituídos ou limpos conforme o manual do equipamento. É o item que mais influencia o caudal e o consumo.
- Grelhas de admissão e de extração, limpas de pó com regularidade. Uma grelha entupida anula a divisão onde está.
- Condutas, inspecionadas periodicamente.
Confirme a periodicidade no manual do modelo instalado, porque varia com o equipamento e com o ambiente da casa.
Erros comuns
- Tapar as grelhas de admissão. É a reação natural de quem sente corrente de ar frio num quarto, e desliga na prática metade do sistema.
- Decidir a ventilação depois de fechar os tetos. O fluxo duplo decide-se com o projeto, não no fim da obra.
- Desligar o sistema para poupar. A ventilação é dimensionada para funcionar de forma contínua. Desligada, volta a humidade.
- Esquecer os filtros. Filtro saturado significa menos caudal e mais consumo do ventilador.
- Confiar na ventilação para resolver uma infiltração. Se a humidade vem de uma patologia da construção, o problema é outro e trata-se à parte.
O que precisa para uma instalação
- Unidade de ventilação dimensionada ao número de divisões e ao caudal necessário.
- Condutas e acessórios de ligação, em diâmetros compatíveis com o equipamento.
- Grelhas de extração e de insuflação para cada divisão servida.
- Grelhas de admissão nas fachadas, no caso do fluxo simples.
- Boca de rejeição para o exterior e respetivo remate.
O que está no site é só uma parte do que temos em armazém.
Diga-nos quantas divisões tem a casa, se está em obra ou já habitada, e ajudamos a escolher o sistema.
Em resumo
A VMC de fluxo simples é a solução para quem quer resolver humidade e qualidade do ar numa casa existente, com pouca obra. A de fluxo duplo acrescenta recuperação de calor e filtragem do ar novo, ao custo de uma instalação mais exigente.
A decisão faz-se cedo: o fluxo duplo pede-se em projeto, não depois de os tetos estarem fechados. Veja a gama de climatização e aquecimento da Momel, com equipamentos de ventilação, grelhas, extratores e acessórios.
Perguntas frequentes
" target="_blank">Saber MaisQual é a diferença entre VMC de fluxo simples e de fluxo duplo?
O fluxo simples só extrai ar de forma motorizada, entrando o ar novo por grelhas nas fachadas. O fluxo duplo extrai e insufla, e recupera o calor do ar que sai através de um permutador, para temperar o ar que entra.
Posso instalar VMC numa casa já habitada?
O fluxo simples adapta-se bem, sobretudo se já existirem condutas de extração. O fluxo duplo exige duas redes de condutas e espaço para a unidade, o que normalmente só é viável em obra de raiz ou remodelação profunda.
A VMC resolve as humidades da casa?
Resolve a condensação resultante do vapor produzido no interior, que é a causa mais frequente de bolor em cozinhas, casas de banho e paredes exteriores dos quartos. Não resolve humidade proveniente de infiltrações ou de ascensão capilar, que exige tratamento próprio.
A VMC dispensa abrir as janelas?
Assegura a renovação de ar de forma contínua, sem depender de janelas abertas. Abrir a janela continua a ser útil pontualmente, mas deixa de ser a única forma de renovar o ar.
Faz muito barulho?
O nível sonoro varia com o equipamento e com a instalação. É um dado que consta da ficha técnica e que vale a pena comparar, sobretudo se a unidade ficar próxima dos quartos.
E no verão?
Muitos equipamentos de fluxo duplo incluem by-pass, que desvia o ar do permutador quando não interessa recuperar calor, permitindo aproveitar o ar mais fresco do exterior.
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Sinalização e tampas de saneamento: materiais p...
O setor de Obra Pública da Momel reúne o material destinado a empreitadas municipais de saneamento, drenagem e requalificação urbana: dispositivos de cobertura e de fecho, drenagem linear, degraus de...
Sinalização e tampas de saneamento: materiais p...
O setor de Obra Pública da Momel reúne o material destinado a empreitadas municipais de saneamento, drenagem e requalificação urbana: dispositivos de cobertura e de fecho, drenagem linear, degraus de...
Classe Zona de aplicação A15 Zonas exclusivamente de peões e ciclistas B125 Passeios, zonas pedonais, jardins e parques de estacionamento de ligeiros D400 Faixas de rodagem, incluindo circulação de pesados O critério de escolha é o pavimento acabado. Um dispositivo especificado para passeio que venha a integrar uma zona de manobra fica subdimensionado, ainda que correspondesse ao previsto em projeto.
Tampas galvanizadas e tampas rebaixadas
Ao lado do ferro fundido, a gama própria Momel cobre as tampas galvanizadas: lisas, xadrez, de poço e, sobretudo, rebaixadas.
A tampa rebaixada tem um alvéolo destinado a ser enchido com o mesmo pavimento envolvente, de modo a dissimular o dispositivo. É a resposta para requalificações de centros históricos e zonas pedonais onde o projeto de arquitetura exige continuidade do piso. Em armazém há três profundidades de rebaixamento, 2,5, 5 e 7,5 cm, o que permite acertar com a espessura do material de enchimento previsto.
Drenagem linear: canais e grelhas
Para drenagem superficial, a gama vai do canal de PVC para chão, sem grelha, aos canais Multidrain da ACO com grelha, na medida corrente de 1000 mm, e ao canal com grelha em ferro fundido dúctil da Fabregas.
As grelhas seguem a mesma lógica das tampas. Há grelhas galvanizadas quadriculadas em 1000x200 e 15x100, grelha reforçada em PVC, grelha em polipropileno Hexaline e grelha para canal Multidrain em classe D400, para as situações em que o canal fica em zona de circulação de pesados.
Na drenagem linear, a classe do conjunto é determinada pela grelha e não pelo corpo do canal, pelo que ambos devem ser especificados em conjunto.
Tampa ferro fundido D400
Aberturas úteis de 550 e 600 mm, para faixa de rodagem com circulação de pesados.
Tampa galvanizada rebaixada
Rebaixamentos de 2,5, 5 e 7,5 cm, para encher com o pavimento envolvente.
Canal Multidrain ACO
Medida corrente de 1000 mm, com grelha até classe D400.
Complementos de instalação
- Degraus para caixas de visita. Degrau reto em polipropileno, material que não sofre a corrosão do aço em ambiente de coletor.
- Terminais de canal em PVC, para o remate de fim de linha.
- Tampas para outras redes. Uma empreitada municipal envolve com frequência mais do que uma infraestrutura. A gama inclui tampas em ferro fundido para telecomunicações, entre as quais modelos ITED B125 de 30x30.
Como fornecemos uma empreitada
Da consulta à entrega em obra
- Envia-nos o mapa de quantidades ou as cláusulas técnicas do caderno de encargos.
- Analisamos as classes, medidas e inscrições exigidas e identificamos o que corresponde a artigo de stock e o que implica encomenda com prazo de fabrico.
- Devolvemos a proposta com a lista fechada, por classe e por medida, com preços de profissional.
- Expedimos em 24 a 48 horas para os artigos em stock, com possibilidade de levantamento em loja.
- Acompanhamos a obra através do apoio comercial.
Fechar a lista de uma vez, em vez de comprar por fases, assegura uniformidade de fornecimento ao longo da empreitada, o que se reflete na aceitação da obra e na manutenção posterior por parte da entidade gestora.
Pontos de atenção
- Classe definida pelo uso durante a obra. O critério é o tráfego previsto após conclusão dos trabalhos.
- Tampa rebaixada encomendada sem a espessura do pavimento. O alvéolo deve corresponder ao enchimento previsto.
- Canal especificado sem a grelha. É a grelha que determina a classe do conjunto.
- Material gravado deixado para fase adiantada. O prazo de fabrico não acompanha o ritmo de execução.
- Aquisição fracionada ao longo da empreitada. Compromete a uniformidade e multiplica as entregas. Consulte-nos com a lista global.
O que está no site é só uma parte do que temos em armazém.
Envie-nos o mapa de quantidades da empreitada e devolvemos a lista fechada, com preços de profissional.
Em resumo
Três critérios orientam a especificação destes materiais: a classe define-se pelo pavimento acabado, o rebaixamento acerta-se com a espessura do enchimento e a grelha determina a classe do conjunto de drenagem.
Temos em armazém tampas em ferro fundido Fabregas e Fucoli, tampas galvanizadas de gama própria, canais e grelhas ACO, degraus, tubagens e acessórios de ligação. Consulte o setor de Obra Pública da Momel.
Perguntas frequentes
" target="_blank">Saber MaisQue classe de tampa devo usar em faixa de rodagem?
A D400 é a classe indicada para faixas de rodagem com circulação de pesados. Confirme sempre a classe fixada no projeto da empreitada.
Qual é a diferença entre tampa rasa e rebaixada?
A rasa tem a face metálica à vista. A rebaixada tem um alvéolo que se enche com o pavimento envolvente, para dissimular o dispositivo em zonas onde o projeto exige continuidade do piso.
Que rebaixamentos existem em stock?
Na gama própria Momel de tampa galvanizada rebaixada temos 2,5, 5 e 7,5 cm. A escolha depende da espessura do pavimento de enchimento previsto.
Ferro fundido ou galvanizado?
O ferro fundido é o material das zonas de circulação, com as classes correntes de obra pública. O galvanizado responde a caixas de menor solicitação e é onde encontra a gama de tampas rebaixadas.
Em quanto tempo recebo o material?
Para artigos em stock, expedimos em 24 a 48 horas, com possibilidade de levantamento em loja. Material com gravação à medida tem prazo de fabrico próprio, que confirmamos na resposta à consulta.
Como acedo aos preços de profissional?
Através da plataforma profissional da Momel, exclusiva para clientes profissionais, com registo e acesso próprios.
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Recuperadores de calor: aquecer a casa com lenh...
As noites começam a arrefecer e a lareira está prestes a voltar ao serviço. Em muitas casas portuguesas a época de aquecimento começa assim, com lenha, como sempre foi. O...
Recuperadores de calor: aquecer a casa com lenh...
As noites começam a arrefecer e a lareira está prestes a voltar ao serviço. Em muitas casas portuguesas a época de aquecimento começa assim, com lenha, como sempre foi. O...
Equipamento Potência Volume anunciado Corresponde a Recuperador a lenha, fabricante A 8 kW 182 m³ cerca de 23 m³ por kW Salamandra a lenha, fabricante B 8,3 kW 448 m³ cerca de 54 m³ por kW Potências praticamente iguais, e um dos fabricantes anuncia mais do dobro do volume aquecido. A diferença está nos pressupostos de isolamento e de temperatura que cada um usa para fazer a conta, e esses pressupostos não são normalizados.
Regra prática: compare pelos kW e pelo consumo horário, que são grandezas medidas, e use o volume em m³ apenas como indicação. E não feche a escolha da potência sem alguém ver a casa, porque o isolamento, o pé-direito e as divisões a aquecer mudam por completo a necessidade.
A lenha: o fator que mais mexe no rendimento
Pode ter o melhor equipamento do mercado e obter um resultado mau. A causa mais frequente é a lenha, e é também a primeira compra a fazer quando se prepara a época. Comprada já com o frio instalado, dificilmente cumpre o que se segue.
O manual dos recuperadores a lenha da Solzaima, fabricante nacional cujos equipamentos comercializamos, é explícito: a lenha deve ter um teor de humidade inferior a 20%. Lenha verde provoca condensações, que se manifestam desde logo na sujidade do vidro, gera mais fumo e mais depósitos de fuligem na chaminé, e dá muito menos calor do que o aparelho consegue.
Quanto ao tipo, as madeiras duras e densas como o azinho, o carvalho ou o sobreiro dão melhor resultado em calor e em consumo. Acendem com mais dificuldade, mas queimam durante mais tempo, o que significa menos recargas. As resinosas, como o pinho, acendem melhor mas obrigam a mais limpezas da chaminé, por isso use-as sobretudo para começar o fogo.
Antes de instalar: o que confirmar
Seis pontos a verificar
- O estado e o traçado da conduta de fumos, incluindo a decisão entre tubo de parede simples ou parede dupla isolada.
- O diâmetro da saída de fumos do equipamento, que condiciona toda a tubagem.
- A entrada de ar para a combustão. Há equipamentos preparados para ligação de ar exterior, indicados sobretudo em casas mais estanques.
- As distâncias de segurança a materiais combustíveis, que constam do manual do modelo escolhido.
- O percurso das condutas de ar quente, se optar por um modelo canalizável, ou o circuito hidráulico, se optar por aquecimento central.
- Quem instala. Os manuais dos fabricantes remetem para técnico especializado e obrigam ao cumprimento das regulamentações locais.
Se vive em apartamento ou a instalação obrigar a mexer em condutas comuns do prédio, confirme o procedimento com a administração do condomínio antes de avançar.
Recuperadores a lenha
Encastráveis, para lareira existente ou estrutura nova. Com rendimento declarado na ficha técnica.
Salamandras
Autónomas, só precisam de ligação à conduta de fumos. A via mais simples onde não há lareira.
Acessórios
Desde termostatos, centralinas, silicones e massas refratárias.
Manutenção durante a época
Quando O que fazer Uso corrente Despejar o cesto de cinzas e limpar o vidro. Vidro a sujar depressa é normalmente sinal de lenha húmida Periodicamente Limpeza da chaminé, de preferência por técnico especializado, com a periodicidade indicada no manual do seu modelo Ao limpar Evite que os produtos atinjam o cordão de vedação da porta, que está colado com silicone de alta temperatura e pode descolar Início de época Verificar o estado da vedação, do vidro e da tubagem antes do primeiro fogo Em caso de incêndio na chaminé, os manuais dos fabricantes indicam o seguinte: cortar o fluxo de ar fechando o registo de admissão, fechar firmemente a porta do equipamento e ligar para o 112. Para apagar cinzas use areia ou cinzas frias, nunca água.
Erros comuns
- Aproveitar a chaminé antiga sem a avaliar. Uma conduta dimensionada para lareira aberta não serve necessariamente para um equipamento fechado.
- Adiar a limpeza da chaminé. A fuligem acumulada reduz o tiro e é o que alimenta um incêndio na conduta.
- Decidir a canalização depois da instalação. Se quer aquecer outras divisões, isso escolhe-se ao mesmo tempo que o equipamento.
O que precisa para a instalação
- O recuperador ou a salamandra, com a potência adequada à casa.
- Tubagem de evacuação de fumos no diâmetro correto, em parede simples ou dupla conforme o percurso.
- Acessórios de ligação: curvas, tês de limpeza, reduções, chapéu e espelhos de remate.
- Massa refratária e silicone de alta temperatura para os remates.
- Grelhas e condutas de ar, se o modelo for canalizável.
- Material de limpeza para a conduta, o vidro e as cinzas.
O que está no site é só uma parte do que temos em armazém.
Recuperadores de calor a lenha, salamandras, tubagem de evacuação de fumos e acessórios de instalação, incluindo referências que não estão publicadas na loja online. Diga-nos a área e o tipo de casa, se já existe lareira e conduta, e se quer aquecer só uma divisão ou a casa toda, e ajudamos a escolher.
Em resumo
Um recuperador transforma a lareira num aparelho com rendimento medido e declarado. O resto depende de três coisas que estão nas suas mãos: escolher a potência com quem veja a casa, usar lenha com menos de 20% de humidade e manter a chaminé limpa.
Veja a gama de climatização e aquecimento da Momel, com recuperadores e salamandras, caldeiras, painéis solares, pisos radiantes e ar condicionado.
Perguntas frequentes
" target="_blank">Saber MaisPosso instalar um recuperador de calor na minha lareira antiga?
É a instalação mais comum, mas depende das medidas do vão da lareira e do estado da conduta de fumos, que deve ser avaliada por quem executa a instalação.
Um recuperador consegue aquecer a casa toda?
Um recuperador simples aquece sobretudo a divisão onde está. Para chegar a outras divisões existem modelos com ventilação canalizável, que distribuem ar quente por condutas, e modelos de aquecimento central, que aquecem água para radiadores.
Posso queimar restos de madeira de obra?
Não. Os fabricantes excluem madeira tratada, pintada, envernizada ou com aditivos, e alertam que o equipamento não deve ser usado como incinerador.
Como sei se a lenha está suficientemente seca?
Existem medidores de humidade para lenha, que dão o valor diretamente. Sem medidor, os sinais habituais são o vidro a sujar depressa e o fogo a custar a pegar.
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Bases de duche vs. banheiras: o que escolher nu...
Vai remodelar a casa de banho e tem de decidir entre manter a banheira ou instalar uma base de duche. A escolha depende de três critérios: o espaço disponível, o...
Bases de duche vs. banheiras: o que escolher nu...
Vai remodelar a casa de banho e tem de decidir entre manter a banheira ou instalar uma base de duche. A escolha depende de três critérios: o espaço disponível, o...
Peça Medidas correntes Banheira simples 150x70, 160x70, 160x75, 170x70, 170x75 e 180x80 cm Base quadrada 70x70, 75x75, 90x90 e 100x100 cm Base retangular 90x70, 100x70, 120x80, 120x90, 130x70, 150x75 e 160x80 cm, entre outras Há fabricantes com banheiras a partir dos 140 cm. Se instalar uma base com as medidas da banheira que lá está, a área de chão ocupada é a mesma. O que ganha é uma casa de banho que parece maior, por deixar de haver um volume à altura da cintura.
Uma base mais pequena liberta área, mas reduz o espaço para se mover lá dentro. Marque a medida no chão com fita adesiva antes de encomendar e veja para que lado abre a porta: em casas de banho pequenas abre para dentro e ocupa exatamente essa zona.
Critério 2: o orçamento decide-se debaixo do pavimento
A altura livre para a válvula e o sifão
Uma base precisa de espaço por baixo para a válvula, o sifão e a pendente até ao esgoto. Numa banheira há altura de sobra. Se a tubagem correr acima da laje, o que acontece na maioria das remodelações, tem três caminhos:
- Base alta ou sobre estrado, que esconde a canalização mas mantém um degrau à entrada.
- Base extraplana com válvula própria. Chegam aos 28 mm em resina de carga mineral e aos 30 mm em grés, contra os 50 a 75 mm de uma acrílica corrente. Exigem uma válvula extraplana.
- Rebaixar o pavimento, a única forma de ter um duche ao nível do chão e a solução mais cara.
O escoamento: ralo central ou linear
Um ralo linear ou calha encosta a uma parede ou à entrada do duche e permite pendente num só sentido, o que torna possível revestir o duche com o mesmo material do pavimento.
Num duche sem base, o ponto mais delicado é a ligação entre o ralo e a impermeabilização. Existem soluções com tela perimetral integrada, como o ralo Eriline Duo de 150 mm ou a calha de pavimento com tela perimetral.
Os revestimentos
A zona que estava tapada pela banheira raramente está azulejada, e é difícil encontrar azulejo igual ao que já tem em casa. Terá de escolher entre aceitar a diferença ou refazer a parede. Decida este ponto antes de a obra começar, para não ter surpresas no orçamento final.
O resguardo e as torneiras
Um painel frontal fixo, do tipo walk-in, dá sensação de amplitude mas deixa passar mais salpicos. As portas de correr não ocupam espaço ao abrir e as dobráveis são a melhor opção em casas de banho apertadas.
Uma misturadora de parede aproveita a instalação existente. Um monocomando de duche embutido obriga a abrir a parede, por isso a posição define-se antes de assentar o azulejo.
Critério 3: quem usa a casa de banho
Situação O que costuma fazer sentido Crianças pequenas Banheira, pelo menos numa das casas de banho Idosos ou mobilidade reduzida Bordo muito baixo ou ao nível do pavimento, barras de apoio e espaço para banco Casa de banho única Decisão cara de reverter. Pense nos próximos dez anos Duas ou mais casas de banho Uma com banheira, a outra com duche Manhãs apressadas Duche Arrendar ou vender Confirme com um mediador local. Varia com o imóvel e a zona Animais em casa Banheira, ou base com bordo e chuveiro de mangueira longa Materiais: o que muda no uso e na limpeza
Material Comportamento Base em acrílico Espessuras de 50 a 75 mm. O mais leve e habitualmente o mais acessível Base em resina de carga mineral Bases muito finas e antiderrapantes, muitas com corte à medida. Pesada: 70x70 anda pelos 24 kg Base em grés ou cerâmica Extraplana a partir dos 30 mm. Superfície dura e fácil de limpar Banheira em acrílico O mais comum nos catálogos nacionais, em toda a gama Banheira em aço vitrificado Chapa esmaltada. Paredes finas e superfície dura Banheira em ferro fundido Bem mais pesada. Confirme a estrutura do pavimento em prédios antigos Numa base, a resistência ao escorregamento conta tanto como o acabamento. A norma DIN 51097 classifica as superfícies onde se anda descalço sobre pavimento molhado em grupos A, B e C. O grupo C é o indicado para duches. Peça este dado antes de comprar.
O percurso da obra
Com uma base das medidas da banheira que já lá está, não é preciso mexer em paredes. Uma sequência possível, a confirmar com quem executa:
Da banheira antiga ao duche novo
- Medir e escolher base, resguardo e torneira em conjunto.
- Fechar a água e desmontar banheira e torneira.
- Avaliar o esgoto: posição, altura e pendente disponível.
- Adaptar a canalização ao ponto onde vai ficar o ralo.
- Impermeabilizar a zona húmida, sobretudo à volta do ralo.
- Assentar a base e rematar com silicone sanitário.
- Refazer os revestimentos na zona que estava tapada.
- Montar o resguardo e a torneira, e ensaiar com água.
Se a obra implicar tubagens comuns do prédio, confirme o procedimento com a administração do condomínio.
Antes de comprar: o que levar apontado
- Comprimento e largura, medidos em três pontos: as paredes antigas raramente são paralelas.
- Posição e altura do tubo de esgoto.
- Espaço livre em frente e lado de abertura da porta.
- Saídas de água já existentes.
- Revestimentos: mantêm-se ou mudam.
- Quem usa a casa de banho, hoje e daqui a anos.
O que está no site é só uma parte do que temos em armazém.
Bases, banheiras, resguardos, ralos e calhas, monocomandos e artigos de mobilidade reduzida, além da gama completa de loiças e revestimentos nos showrooms de Amarante e do Porto, incluindo referências que não estão publicadas na loja online. Diga-nos as medidas do espaço, onde está o esgoto e quem usa a casa de banho, e ajudamos a escolher.
Em resumo
É a canalização existente que determina o custo da obra, mais do que a peça escolhida. Meça o espaço, confirme onde está o esgoto e a que altura, e decida a partir daí. Veja a gama de casa de banho e cozinha da Momel. E lembre-se: se não encontrar o artigo no site, temos muito mais em loja.
Perguntas frequentes
" target="_blank">Saber MaisPosso substituir a banheira por uma base de duche sem obra grande?
Na maioria dos casos sim, porque existem bases com as medidas típicas das banheiras. O trabalho concentra-se na adaptação do esgoto e no acabamento dos revestimentos que estavam tapados.
Que medida de base de duche substitui uma banheira de 170 x 70 cm?
Existem bases retangulares nessas medidas, para substituição direta. Meça o espaço real em vários pontos, porque poucos milímetros fazem a diferença na hora de encaixar.
Poliban e base de duche são a mesma coisa?
Sim. Poliban é o nome de uso corrente em Portugal para aquilo que os catálogos designam por base de duche. Ao pedir orçamento, os dois termos são entendidos.
Posso ter um duche ao nível do pavimento em qualquer casa de banho?
Nem sempre. Depende da altura livre para a válvula, o sifão e a pendente até ao esgoto. Sem altura para rebaixar, a alternativa é uma base extraplana, que reduz o degrau ao mínimo.
O duche gasta sempre menos água do que a banheira?
Não. A banheira consome um volume fixo e o duche consome o caudal do chuveiro multiplicado pelos minutos. Um duche longo pode chegar ao consumo de um banho de imersão.
Tirar a banheira desvaloriza a casa?
Não temos dados que permitam responder com números. O efeito depende do tipo de imóvel e da procura na sua zona, por isso é uma pergunta a fazer a um mediador imobiliário local.
É preciso resguardo ou chega uma cortina?
A cortina resolve o essencial e custa pouco. Um resguardo de vidro dura mais, limpa-se melhor e condiciona a medida da base, por isso escolhe-se ao mesmo tempo que ela.
